Can Lebanon keep it together? Government faces Israeli invasion, standoff with Hezbollah
The Lebanese have seen it all, from civil war to the 2019 protests demanding an end to revolving door politics, from the 2020 port of Beirut explosion that exposed the tragic consequences of nepotism to Israel’s 2024 operation to neutralize longtime...
auto_awesome
Este artigo foi traduzido automaticamente e pode conter imprecisões.
The Lebanese have seen it all, from civil war to the 2019 protests demanding an end to revolving door politics, from the 2020 port of Beirut explosion that exposed the tragic consequences of nepotism to Israel’s 2024 operation to neutralize longtime foe Hezbollah. Now Israel’s ground forces are back to again take on Tehran-backed foe Hezbollah. Thus, Lebanon finds itself the second front of the month-long war launched against Iran.
Em postagem repleta de palavrões publicada neste domingo (5/4) nas redes sociais, americano mencionou ataques a infraestrutura civil e disse ao Irã que o país "viverá no inferno" se o Estreito de Ormuz não for reaberto.
Governo quer ampliar suas forças armadas, e medida vale para indivíduos de 17 a 45 anos. Ainda não está claro o que poderá ser feito em caso de descumprimento.
Com território pouco maior do que seis campos de futebol, a República de Slowjamastan conta com 25 mil 'cidadãos', que buscam no micropaís um refúgio das divisões políticas atuais ou simplesmente se divertir.
Hungria vai às urnas no dia 12 de abril, e os impactos do pleito podem se estender ao mundo todo, especialmente no campo da direita do espectro político.
BBC Portuguese
Usamos cookies para melhorar sua experiência. Ao continuar usando este site, você concorda com o uso de cookies. Saiba mais